Antigamente muitas famílias tinham empregada doméstica, babá, faxineira, hoje tem que escolher qual contratar, uma porque o salário médio de um trabalhador doméstico cresceu 11, 2% em 2010 de acordo com a última Pesquisa Mensal do Emprego (PME), outra porque em tese está faltando profissionais qualificados.
As trabalhadoras domésticas estão buscando outros caminhos para sair desse trabalho que ainda hoje, com a importância que tem para algumas famílias ainda sofrem discriminação.
Com a possibilidade de voltar a estudar graças aos meios criados pelo governo como o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a mobilidade social estão possibilitando o acesso para esses profissionais buscarem uma condição melhor que crescimento no mercado de trabalho, muitas mulheres estão entrando para a universidade.
Quanto a nós empregadores, teremos que adaptarmos às novas condições para o trabalho doméstico.
Mulheres, maridos, filhos estamos entrando numa nova era, a era da distribuição dos afazeres domésticos.
Vamos pensar assim, vamos nos equivaler aos europeus que não tem empregada doméstica e dividem seus afazeres. E vivem muito bem.
As trabalhadoras domésticas estão buscando outros caminhos para sair desse trabalho que ainda hoje, com a importância que tem para algumas famílias ainda sofrem discriminação.
Com a possibilidade de voltar a estudar graças aos meios criados pelo governo como o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), o Programa Universidade para Todos (ProUni) e o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e a mobilidade social estão possibilitando o acesso para esses profissionais buscarem uma condição melhor que crescimento no mercado de trabalho, muitas mulheres estão entrando para a universidade.
Quanto a nós empregadores, teremos que adaptarmos às novas condições para o trabalho doméstico.
Mulheres, maridos, filhos estamos entrando numa nova era, a era da distribuição dos afazeres domésticos.
Vamos pensar assim, vamos nos equivaler aos europeus que não tem empregada doméstica e dividem seus afazeres. E vivem muito bem.





